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domingo, 27 de junho de 2010

Bianca Rinaldi: ‘Nunca fiz progressiva! Faço escova e chapinha’


Bianca Rinaldi já foi paquita e atriz-símbolo do SBT. Atualmente, a loura, estrela da TV Record, dá expediente em “Ribeirão do Tempo” e ainda cuida das gêmeas Beatriz e Sofia, de 1 ano e 1 mês. Nas “Perguntas fora do comum”, a atriz conta que nunca fez escova progressiva nos seus cachos e que adoraria ter poderes de mutante para dar conta das peraltices das filhas.
— Cansada, já fingiu estar dormindo quando ouviu suas filhas chorarem?— Nunca! Vou correndo até elas sempre que precisam.
— Se não fosse atriz, o que você seria?
— Ginasta.
— Já deu de mamar ou remédio mais de uma vez para a mesma gêmea?
— Não. Primeiro porque sou extremamente organizada; segundo, porque elas são bem diferentes.
— Já quis ser morena?
— Sendo atriz, tenho a oportunidade de estar sempre mudando o visual. Já passei por várias cores de cabelo. Adoro!
— Você tinha os cabelos bem cacheados. O que as progressivas representam na sua vida?
— Nunca fiz progressiva! Faço escova e chapinha para ficar com o cabelo liso.
— Sabe quanto você gasta com fraldas, lenços umedecidos e pomadas todo mês?
— Foi a primeira conta que fiz. Olha, não é barato. Não vejo a hora de elas saírem das fraldas.
— Você era a queridinha do Silvio Santos. Ficou nervosa ao ver o Homem do Baú cara a cara?— Quem não fica?! O homem é uma lenda viva da TV brasileira.
— Onde você guardou sua roupa de paquita?
— Coloquei em quadros.
— Que poder de mutante você gostaria de ter para cuidar de gêmeas?
— Queria o poder de hipnotizar e de velocidade.
— O que dá mais trabalho: cuidar de duas crianças, decorar os textos da novela ou cuidar do visual?
— Acho que cuidar do visual. Tem que ter muita paciência!
Fonte: RD1 & Retratos da Vida

Na Record, novela tem que matar leão, diz Marcílio Moraes

Flores, personagem de Antonio Grassi, lubrifica uma pistola (Foto: Munir Chatak)
Autor de Ribeirão do Tempo, Marcílio Moraes, 65 anos, está tentando escrever uma novela diferente. Reconhece ser impossível fugir do maniqueísmo, mas já conseguiu alguma inovação ao colocar no ar um vilão que se apresentou na pele de um personagem que, inicialmente, parecia ser vítima.
Idealista (foi um "ícone de 1968"), perseguido pela ditadura militar, o professor Flores, interpretado por Antônio Grassi, teve a mulher, Dirce (Françoise Forton), brutalmente assassinada nos primeiros capítulos. Quando a trama parecia lhe mostrar o destino do típico perdedor, Flores revolou-se do mal. Utópico alucinado, como define Moraes, é o arquiteto de uma grande conspiração que pode levá-lo à Presidência da República.
Nesta entrevista exclusiva ao R7, Marcílio Moraes, fala da trama e da narrativa de Ribeirão do Tempo e da dificuldade de conquistar o público às 22h e na Record.
O autor Marcílio Moraes (Foto: Michel Ângelo)
O autor Marcílio Moraes (Foto: Michel Ângelo)
R7 - A  audiência (dez pontos de média na Grande São Paulo) até agora decepcionou ou era esperada?
Marcilio Moraes - Minha expectativa não era alta no começo, não. Sinceramente, eu achava que não era uma novela para estourar logo nos primeiros capítulos. Eu conduzi a história de uma maneira suave, leve. Foi uma estratégia minha. Claro que eu contava que [a audiência] fosse um pouco mais alta. Foi um pouco mais baixo do que supunha, mas não muito.
R7 - Por que essa estratégia?
Moraes - Porque é uma história complicada. Eu achei que tinha de começar devagar. Mesmo porque não estava achando outro jeito de ir colocando a vida da cidade, construindo os pressupostos daquilo que vem adiante, apresentar os personagens, sem grandes conflitos, sem conflitos acirrados de início. Então eu tinha uma ideia de que [a audiência ia evoluir] lentamente, que o telespectador iria aderir lentamente, ou mais lentamente. É difícil prever.
Na Record é muito mais difícil. Cada novela tem que batalhar o seu espaço, entendeu? Não tem jogo.
R7 - Não tem tanta audiência estática...
Moraes - Não tem aquela fidelização que a Globo conseguiu ao longo de 40 anos. Na Record, cada nova novela tem que matar o leão.
É um horário difícil o das 22h. O público é muito errático. Até você conquistar, segurar o público, leva algum tempo. Errático no sentido de que ele não está fidelizado com muita coisa. A Grande Família tem um público fiel, mas o resto [dos programas] não tem, não. O futebol, se o jogo é bom, tem jeito, se não, é fraco. Casseta & Planeta é uma coisa específica, tem um pessoal que gosta, outro que não gosta. O filme [daTela Quente] que agrada muito é bom. Isso na Globo. Na Record também, para colocar uma novela ali você tem que conquistar o seu espaço.
Então me preocupei em contar minha história sem criar grandes artifícios para segurar o público. Eu achei que não ia valer muito a pena.
R7 - E quando a novela vai esquentar? Ou ela está esquentando agora?
Moraes - Ela está esquentando. Porque aquele negócio de colocar junto com a Bela causou um retardo grande.
R7 - Ela está uns sete capítulos atrasada, é isso?
Moraes - Pois é, e isso em um total de 20, 22 [capítulos] dá uns 30%. O ritmo fica defasado em 30%. Isso faz diferença, porque o espectador pensa: cadê a história?
R7 - E cadê a história?
Moraes - Ainda não veio, né? Era para vir devagar, mas uma hora tem que vir. Já era para ter vindo. Acho que ela começa mesmo aí com o assassinato do senador. Agora mesmo que ela vai esquentar.
R7 - Quando o senador morre?
Moraes
 - Na quarta-feira.
R7 - Por falar em assassinato, o Flores é do mal?
Moraes - Aí é que está a questão. Se é que a novela inova em alguma coisa, ela vai por aí, porque o Flores vai se revelar. A novela sempre acaba no maniqueísmo, não há como escapar disso ao longo da novela. O grande exercício do autor é ver até onde ele consegue levar uma ambiguidade dos personagens. Mas chega um momento em que entra o maniqueísmo.
O Flores é do mal, mas toda a postura dele é a de um cara idealista. Vou explorar exatamente isso: ele é um vilão, mas um vilão que vai ter um discurso não sei se politicamente correto, mas politizado, utópico. O que ele tem é uma utopia alucinada na cabeça. Os motivos dele não são mesquinhos, ele não quer botar a mão num bom dinheiro, matar o herdeiro para ficar com a fortuna. Ele tem uma utopia revolucionária. É um alucinado, um psicopata, mas desse calibre, não do calibre pequeno.
Nicolau (Heitor Martinez) atira em Heleninha (Adriana Prado) e no próprio pai, o senador Érico (Henrique Martins), em cena que vai ao ar nesta quarta (Foto: Michel Ângelo/TV Record)
R7 - Na verdade, ele está manipulando o Nicolau com fins políticos, não é?
Moraes - Sim, com fins políticos. Há uma aliança alucinada. Um pouco do barato da novela vai ser esse jogo [de ambiguidade]. Mas vai ficar claro que ele é do mal. Eu acredito que isso aí, quando você entra com o vilão, você segura o espectador, o vilão acirra sentimentos. O resto da história também está amadurecendo.
R7 - Você me disse uma vez que Ribeirão do Tempo é uma novela sobre uma grande conspiração política...
Moraes - É essa a conspiração. O grande conspirador é o Flores. Foi isso que eu tentei esconder o máximo que pude, porque aquele que aparece no início como um herói, uma vítima da ditadura, que teve a mulher assassinada, ele é o vilão. A minha ironia, o meu jogo irônico é esse. Ele faz uma conspiração, ele vai armar esse negócio todo.
R7 - E onde isso vai chegar? Pode contar?
Moraes - (risos) Eu tenho algumas coisas na cabeça, mas há muitos caminhos abertos, para onde posso ir deixando acontecer, um pouco para sentir até onde vai, entendeu? Como é uma ficção política, posso ir para qualquer lugar. No final ele pode ser eleito presidente da República. É uma ficção política, então não tenho compromisso. Eu trabalhei um pouco uma linguagem não compromissada com o naturalismo. Não é bem naturalista a novela. Mas também não é totalmente não naturalista porque a novela exige algum naturalismo. Mas foge do naturalismo.
R7 - Você já deu dicas desse não naturlismo logo no primeiro capítulo, com o velho do rio, a menina que se veste de menino...
Moraes - É, tem umas figuras bem ficcionais. São dicas de que não estou tão compromissado com o naturalismo, que posso abrir, posso viajar um pouco.
Isso tudo eu acho que prejudica a questão da audiência. Prejudica não, exige uma audiência mais atenta, por isso a adesão é mais lenta, por causa da ironia. Mas eu trabalho com todos os elementos do folhetim para segurar o telespectador, mas não estão tão óbvios, pelo menos neste início, tem muitas nuances.
R7 - Esse jogo de "engana", o Flores parece vítima mas não é,  não é perigoso?
Moraes - Pois é, eu escondi muitas cartas, o que é perigoso. O telespectador não vê a carta e vai embora. Mas, enfim, era necessário para criar o clima.
R7 - Por que você fez opção? Por causa do horário mais tardio dos primeiros capítulos, devido ao final de Bela ou foi uma opção de narrativa?
Moraes - Foi uma opção de narrativa mesmo. A forma como a história foi aparecendo na minha cabeça foi essa. Se eu começasse com artifícios, iria me perder. Se adiantasse muito as ações, iria ficar mais difícil para o espectador perceber todo o jogo. Mas na verdade minhas novelas sempre começam devagar.
R7 - As novelas da Record levam mais tempo para se apresentar?
Moraes - Foi o que eu disse no início. Na Record, leva tempo. Vidas Opostas, por exemplo, foi um sucesso, mas padeceu uns dois meses, até que um dia bateu a Globo e aí explodiu. Essas Mulheres também teve um começo difícil. Outras novelas também, como Mutantes. Cada novela tem que chegar e conquistar o seu público.
R7 - Depois do assassinato do senador haverá uma série de crimes?
Moraes - Vai ter assassinatos, mas não imediatamente, porque vai acontecer muita coisa, o jogo da vida da cidade, o jogo político, as ironias, os amores.
R7 - Tem um serial killer na novela, não?
Moraes - Tem o grande vilão, que é o Flores, além do Nicolau.
R7 - Mas o Flores matou a própria mulher, Dirce?
Moraes - Não, a morte da Dirce é outro segredo. Mas não tem um serial killer, alguém matando. O motivo dos crimes é político. Essa é a trama.
R7 - Mas teremos outros crimes?
Moraes
 - Teremos. Crime é sempre bom, né?

Matéria do Daniel Castro

sábado, 26 de junho de 2010

Rodrigo Phavanello vive piloto marcado para morrer em 'Ribeirão do Tempo'


'Ribeirão do Tempo' Foto: TV Press
Rodrigo Phavanello já morte marcada em 'Ribeirão do Tempo'Foto: TV Press

A última coisa que Rodrigo Phavanello quer é ficar parado. Por isso mesmo o ator não se cansa de valorizar suas cenas como o aventureiro Sílvio em 
Ribeirão do Tempo, da Record. Phavanello estava longe da TV desde que encerrouSete Pecados, folhetim de Walcyr Carrasco exibido pela Globo em 2007. E não se arrepende de ter rescindido o contrato na antiga emissora para apostar em novas oportunidades. Reconhece até que já colheu alguns frutos da difícil decisão que tomou no ano passado. Incluindo sua escalação para um papel estratégico na trama de Marcílio Moraes. "Ao longo dos capítulos, algumas mortes misteriosas acontecem e meu personagem está diretamente ligado a elas, já que ele é um dos que morrem", adiantou.
Na história, Sílvio é o piloto de aviões da empresa de esportes radicais do mocinho Tito, interpretado por Ângelo Paes Leme, e casado com Ellen, papel de Aline Borges. A morte do personagem já é dada como certa na história, mas Rodrigo não sabe exatamente quando ocorrerá. Só tem certeza de que não será por agora. "Ainda não veio nada escrito nos roteiros", justificou ele, que fez um pedido especial ao autor quando o encontrou pela primeira vez. "Eu disse que gostaria de gravar por mais tempo. Pedi que não matasse logo o Sílvio", analisou.
Para encarnar um piloto de aviões, Rodrigo participou de um curso em uma escola de aviação carioca. Lá, ganhou alguns conhecimentos de mecânica de aeronaves e equipamentos usados em saltos de paraquedas. Na trama, Sílvio pilota o avião de onde os paraquedistas saltam. Mas, disposto a vivenciar bem a rotina desses profissionais, o ator não se contentou com as aulas e preferiu se arriscar um pouco mais. "Quis saltar também. Mas isso foi à parte, sem a responsabilidade da Record. Foi por minha conta e risco", brincou, rindo.
Rodrigo garante que a decisão de deixar a Globo também foi tomada de maneira consciente. E, jura, amigável. Sua principal motivação foi o fato de, pelo contrato longo, ficar amarrado na hora de tentar se dedicar a projetos fora da empresa. E isso mesmo em épocas em que não estava escalado para nenhuma produção. "Fui muito feliz lá, mas acho que é bacana poder experimentar coisas novas. Agora quero me dedicar mais ao teatro, ao cinema e à música. Tenho um projeto musical para começar a colocar em prática ainda neste segundo semestre", afirmou. O ator frisa também que as conversas com a Record só começaram depois que seu vínculo com a Globo já estava sendo desfeito. "Como saiu na imprensa, me procuraram. Sabiam o que estava me fazendo querer sair de lá e fizeram uma proposta que não dava para recusar", entregou, dando a entender que foi negociada sua liberdade para atuar como ator e músico em projetos externos.
Além da novela, Rodrigo se dedica agora também às aulas de canto. E deixa clara sua vontade de voltar mesmo ao campo musical. Ex-integrante da banda jovem Dominó, o ator prefere não adiantar nada sobre seus planos nesta área. "Sei que posso tentar conciliar as duas profissões. Só não dá certo quando você não faz com verdade. E a maturidade também ajuda um pouco", filosofou ele, aos 33 anos. Pelo visto, Rodrigo não está mesmo disposto a largar uma carreira pela outra. E, pelo seu discurso, é possível até arriscar que seu desejo é se aventurar em outras áreas. "Quero explorar todas as possibilidades que eu puder. Adoro o que eu faço. Como ator, sinto que meu trabalho é esperar a hora de gravar, porque na hora de atuar mesmo, eu só me divirto", exagerou.
Ribeirão do Tempo - Record - Segunda a sexta, às 22h.
No mesmo time 
Rodrigo experimentou a fama aos 20 anos, quando integrou o grupo musical Dominó. A paixão pelas Artes Cênicas até já tinho sido despertada antes, aos 14, quando começou a fazer teatro amador em Campinas, cidade onde nasceu. Mas a carreira de ator começou a decolar mesmo depois que foi convidado para uma participação no 
Sítio do Picapau Amarelo, em 2004, na Globo. Depois disso, já no ano seguinte, conquistou um papel de destaque em Alma Gêmea, interpretando o romântico Roberval, papel que lhe trouxe respeito na emissora. "É difícil começar uma carreira, mas é pior quando você já tem outra traçada. Não é sempre que confiam na gente", lamentou.
A partir daí, Rodrigo marcou presença em todos os projetos que tinham Walcyr Carrasco na ficha técnica. O ator entrou, como dizem no jargão artístico, na panelinha. Algo que garantiu boas oportunidades nos folhetins, mas acabou por limitar suas aparições na TV. Quando não estava no ar, ficava reservado para algum trabalho que já estava em andamento. Foi assim em O Profeta, escrito por Duca Rachid e Thelma Guedes, com supervisão de Carrasco, e em Sete Pecados. "É bom diversificar as parcerias. Mas isso é algo que acontece em qualquer lugar. Foram esses papéis que me tornaram conhecido do público como ator de novelas", amenizou.
Instantâneas 
# Rodrigo Phavanello gravou dois discos com o grupo Dominó. O primeiro, 
Comvido!, em 1997. Já o segundo,Give Me Love, foi lançado em 1999.
# O sobrenome de Rodrigo não tem "h". A letra foi adicionada por questões relativas à numerologia.
# Rodrigo posou nu duas vezes na publicação gay 
G Magazine, em 1999 e 2001. Chegou a ser eleito o "Homem do Milênio" pela revista.
# Phavanello está no elenco do filme 
Quando a Primavera Chegar

Matéria do Terra

sexta-feira, 25 de junho de 2010

“Ribeirão do Tempo” e a reprise de “Ana Raio” disputam ponto a ponto


A Record e o SBT seguem em uma disputa acirrada pelo segundo lugar. Na última terça-feira (22/06) a novela “Ribeirão do Tempo”, no ar das 22h20 às 23h14, garantiu a vice-liderança absoluta com média de 11 pontos, pico de 12 e share de 17%.
Já na última quarta-feira (23/6), as posições se inverteram: “A História de Ana Raio e Zé Trovão” bateu recorde de audiência, registrando média de 10 pontos e picos de 11 durante sua exibição (22h19 às 23h08). No mesmo horário, a Record obteve 9 pontos com “Ribeirão do Tempo”; e a Globo, 22 pontos.
“Ribeirão do Tempo” é escrita por Marcílio Moraes e dirigida por Edgard Miranda. “A História de Ana Raio e Zé Trovão” foi escrita por Marcos Caruso e Rita Buzzar com a colaboração de Jandira Martini. A novela, reprisada pelo SBT, foi exibida em 1990 pela extinta TV Manchete.
Fonte:UOL Televisão

quarta-feira, 12 de maio de 2010

‘Ribeirão do Tempo’: Autor conta que não é estratégia a novela começar depois da estreia de ‘Passione’


- Tem uma estratégia de que estamos estreando duas semanas antes da Bela terminar, por toda a audiência que há nesse horário. Por um acaso ela esta estreando um dia depois da novela da Globo, não tem nenhum vínculo,contou no lançamento da novela, que aconteceu na última terça-feira, dia 11, no Recnov, Rio de Janeiro.

Com alto investimento, Record espera que "Ribeirão do Tempo" eleve os índices de "Bela, a Feia"


A Rede Record estreia na próxima terça-feira (18) a sua nova aposta na área de teledramaturgia, “Ribeirão do Tempo”. A trama será exibida na faixa das 22h, e com isso, “Bela, a Feia”, que está em suas últimas semanas, passará a ser exibida na sequência até o dia 2 de junho.


O novo folhetim de Marcílio Moraes, que já escreveu anteriormente “Essas Mulheres” e “Vidas Opostas” na Record, recebeu alto investimento. A emissora construiu em um terreno, em Guaratiba, no Rio, a cidade cenográfica da trama, estimada em aproximadamente R$ 300 milhões. O local, que fica a 30 minutos dos estúdios do RecNov, possui 5 mil metros e conta com praça, igreja, prefeitura, bares e lojas.


O investimento feito pela emissora tem como objetivo aumentar ainda mais os índices de audiência dos folhetins do canal. “Por causa do horário e da programação, 'Bela, a Feia' enfrentou muitos problemas no início, mas hoje já supera os 20 pontos no Rio. Tenho certeza de que 'Ribeirão' irá elevar o Ibope neste horário”, revela o diretor de teledramaturgia do canal, Hiran Silveira, em entrevista ao jornal O Dia. 


“Ribeirão do Tempo” terá como foco crimes cometidos em uma pequena cidade interiorana, após o local receber o investimento de um grande resort. Com o tempo, será revelado que cada um dos crimes foi motivado por uma conspiração política. Além do ar investigativo, a história também apresentará clássicos romances e a prática de esportes radicais.

Fonte:Natelinha

Mônica Torres: “Na Globo eu era mais uma”


Mônica Torres está em uma nova fase. Recém-separada após 11 anos casamento com o também ator Marcello Antony, a atriz prefere não falar sobre a vida pessoal, porém comemora a boa fase profissional na Record. Ela fez 17 trabalhos na Globo, entre minisséries e novelas, mas em 2009 trocou a emissora pela Record e fez uma participação em A Lei e o Crime. Agora, ela se prepara para estrear sua primeira novela nova casa, Ribeirão do Tempo, no próximo dia 18.
- Na Globo eu era mais uma atriz, aqui eu faço faltaexplica quando é questionada sobre a mudança.
Aliás, para a atriz, é ótima a oportunidade de estar em uma nova TV e, em crescimento,  pois assim, o mercado de atores ganha com mais opções. Sem querer estender o assunto sobre a antiga casa, ela prefere falar de Célia.
Mas quem é Célia? Célia é mãe de Juliana Baroni, a Karina, uma das protagonistas do folhetim de Marcílio Moraes.
- A Célia é casada com Bruno (Giuseppe Oristano) e terá um caso com Vitor Fasano, o Dr. Valter Teixeira. Ela é uma mulher elegante e foi modelo na juventude, e por isso, vive falando para o marido que se sacrificou indo morar naquele fim de mundo, a cidade histórica Ribeirão do Tempo.
Confidente da filha, Mônica revelou também que terá um ótimo relacionamento com Karina, afinal, as duas tem um gênio um pouco difícil: são bem orgulhosas. Em uma de suas últimas novelas na plim-plim,Belíssima, ela também viveu uma ex-modelo, Karen.
Fonte: Estrelando

Política, humor e ação marcam “Ribeirão do Tempo”, a nova novela de Marcílio Moraes


Ribeirão-do-Tempo-Foto-Munir-Chatack-50
Marcílio Moraes e Hiran Silveira reuniram a equipe de produção e o elenco de “Ribeirão do Tempo” para apresentar ao grande público a nova aposta da dramaturgia da emissora. A novela estreia na próxima terça-feira, dia 18, na faixa atualmente ocupada por “Bela, a Feia”, que, até o começo de junho, entrará no ar mais tarde. Quem acompanhou o lançamento da trama percebeu que “Ribeirão do Tempo” tem uma história forte capaz de brigar pela audiência com “Passione”. Aliás, durante a coletiva, foram muitas as alfinetadas na Globo e insinuações de que na concorrente não há liberdade para a criatividade dos autores e diretores.
Em ano eleitoral, a novela vai misturar humor, política, romances e crimes misteriosos numa cidade fictícia que representa o Brasil da atualidade. Para atrair os mais jovens, Marcílio Moraes terá um núcleo de esportes radicais que será o prato cheio para o diretor Edgard Miranda, que gosta de comandar sequências de ação que exigem uma edição com mais ritmo e fotografia bonita. Jacqueline Laurence, Bianca Rinaldi, Caio Junqueira, Ângelo Paes Leme e Juliana Baroni serão os protagonistas desta novela.
Fonte:RD1

terça-feira, 20 de abril de 2010

Retornam as gravações de "Ribeirão do Tempo" no Rio de Janeiro

                                          


De acordo com informações da jornalista Fábia Oliveira, do UOL, a Rede Record investiu R$ 4 milhões para construir a cidade cenográfica da novela "Ribeirão do Tempo", que estreia em maio substituindo Bela, a Feia.

As chuvas que assolaram o Rio de Janeiro atrapalharam as gravações, que fica em Pedra de Guaratiba, na zona oeste do Rio, mas nesta terça (20/04), o diretor geral, Edgard Miranda e sua equipe conseguiram começar a trabalhar na cidade.

A trama escrita por Marcilio Moraes será protagonizada por Bianca Rinaldi, Juliana Baroni, Ângelo Paes Leme e Caio Junqueira.


Fonte:O planeta TV

Record confirma "Ribeirão do Tempo" às 22h


A alta cúpula da Record formalizou uma promessa a Marcílio Moraes, autor de "Ribeirão do Tempo". A emissora paulista se comprometeu com o novelista que irá exibir seu novo folhetim às 22h.

 
 
Dessa forma, são remotas as chances de que a próxima novela do canal seja exibida às 21h e disputar diretamente com "Passione", de Silvio de Abreu. Embora já tivesse enfrentado a novela das oito da Globo com um produto similar, como foi o caso de "Os Mutantes", "Promessas de Amor", "Luz do Sol" e das primeiras semanas de "Bela, a Feia" e "Amor e Intrigas", a Record nunca obteve sucesso nessa faixa.
 
 
Segundo a coluna Controle Remoto, a Record também garantiu a transferência dos remakes mexicanos das 22h para as 19h. 
 
Fonte:Natelinha