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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Record Tem banco de Atores Invejável


Cada vez mais a Record vem se consolidando como uma das melhores opções quando se fala de qualidade e profissionalismo, isto já está sendo uma marca registrada da Record. Quem tem a oportunidade de acompanhar de perto o crescimento da emissora, sabe se que hoje a Record tem um dos melhores banco de atores do Brasil.
Alguns dos melhores atores do país estão na Record, o seu investimento em teledramaturgia e sua consolidação vêm atraindo muitos atores de outras emissoras. Isto é, uma prova de quanto à emissora vem crescendo absolutamente.
Veja alguns dos atores mais conhecidos da Rede Record:
Fonte: Daqui de Brasília

sábado, 3 de julho de 2010

BOMBA: Atriz Joana Balaguer assina com a Record

Após alguns trabalhos prestados a Globo, que incluíram a novela "Malhação", a série "Casos e Acasos" e a "Dança dos Famosos", do "Domingão do Faustão", Joana Balaguer assinou com a Record.


Dessa forma, a atriz oficializa sua volta ao Brasil, após quase um ano em Portugal, onde chegou a gravar uma novela adolescente.
 
 
Joana Balaguer surgiu nas telinhas em 2005, ao ser escalada para o elenco de "Malhação". Além de seu talento e beleza, a semelhança com a modelo e apresentadora Daniela Cicarelli impulsionou a carreira da jovem.

Fonte:Natelinha

Complexo da Record no Rio deverá operar com capacidade máxima em setembro

Inaugurado há cinco anos - e com a primeira etapa da expansão funcionando desde 2009 - o RecNov, complexo de estúdios da Record no Rio de Janeiro, finalmente deverá operar com capacidade máxima.
 

O início das gravações da minissérie "Sansão e Dalila", a adaptação de "Rebelde", a próxima novela das dez, cuja autoria será de Cristianne Fridman e a direção de Alexandre Avancini, e "Ribeirão do Tempo", que seguirá em cartaz até o começo de 2011, deverão ocupar todos os dez estúdios localizados no bairro da Vargem Grande.
 
 
Atualmente apenas dois dos dez estúdios do RecNov estão sendo utilizados. A novela "Ribeirão do Tempo" é a única produção que movimenta a estrutura, que tem cerca de 2.500 funcionários e uma área de aproximadamente 300 mil m². Os outros oito estúdios seguem fechados.
 
 
Com informações da coluna Canal 1 & Natelinha.

Televisa envia profissionais para auxiliar na pré-produção de "Rebelde"

A Televisa, parceira da Record na dramaturgia, enviou recentemente alguns profissionais para o Brasil. Eles têm como trabalho auxiliar na pré-produção de "Rebelde", que estreia ainda nesse ano.
 
 
Margareth Boury, autora da adaptação, já recebeu uma série de capítulos da trama original e está contando com a colaboração dos mexicanos. Como há uma certa urgência na produção da trama, fez-se necessário o reforço.
 
 
Com informações da coluna Canal 1 & Natelinha.

domingo, 27 de junho de 2010

Bianca Rinaldi: ‘Nunca fiz progressiva! Faço escova e chapinha’


Bianca Rinaldi já foi paquita e atriz-símbolo do SBT. Atualmente, a loura, estrela da TV Record, dá expediente em “Ribeirão do Tempo” e ainda cuida das gêmeas Beatriz e Sofia, de 1 ano e 1 mês. Nas “Perguntas fora do comum”, a atriz conta que nunca fez escova progressiva nos seus cachos e que adoraria ter poderes de mutante para dar conta das peraltices das filhas.
— Cansada, já fingiu estar dormindo quando ouviu suas filhas chorarem?— Nunca! Vou correndo até elas sempre que precisam.
— Se não fosse atriz, o que você seria?
— Ginasta.
— Já deu de mamar ou remédio mais de uma vez para a mesma gêmea?
— Não. Primeiro porque sou extremamente organizada; segundo, porque elas são bem diferentes.
— Já quis ser morena?
— Sendo atriz, tenho a oportunidade de estar sempre mudando o visual. Já passei por várias cores de cabelo. Adoro!
— Você tinha os cabelos bem cacheados. O que as progressivas representam na sua vida?
— Nunca fiz progressiva! Faço escova e chapinha para ficar com o cabelo liso.
— Sabe quanto você gasta com fraldas, lenços umedecidos e pomadas todo mês?
— Foi a primeira conta que fiz. Olha, não é barato. Não vejo a hora de elas saírem das fraldas.
— Você era a queridinha do Silvio Santos. Ficou nervosa ao ver o Homem do Baú cara a cara?— Quem não fica?! O homem é uma lenda viva da TV brasileira.
— Onde você guardou sua roupa de paquita?
— Coloquei em quadros.
— Que poder de mutante você gostaria de ter para cuidar de gêmeas?
— Queria o poder de hipnotizar e de velocidade.
— O que dá mais trabalho: cuidar de duas crianças, decorar os textos da novela ou cuidar do visual?
— Acho que cuidar do visual. Tem que ter muita paciência!
Fonte: RD1 & Retratos da Vida

Na Record, novela tem que matar leão, diz Marcílio Moraes

Flores, personagem de Antonio Grassi, lubrifica uma pistola (Foto: Munir Chatak)
Autor de Ribeirão do Tempo, Marcílio Moraes, 65 anos, está tentando escrever uma novela diferente. Reconhece ser impossível fugir do maniqueísmo, mas já conseguiu alguma inovação ao colocar no ar um vilão que se apresentou na pele de um personagem que, inicialmente, parecia ser vítima.
Idealista (foi um "ícone de 1968"), perseguido pela ditadura militar, o professor Flores, interpretado por Antônio Grassi, teve a mulher, Dirce (Françoise Forton), brutalmente assassinada nos primeiros capítulos. Quando a trama parecia lhe mostrar o destino do típico perdedor, Flores revolou-se do mal. Utópico alucinado, como define Moraes, é o arquiteto de uma grande conspiração que pode levá-lo à Presidência da República.
Nesta entrevista exclusiva ao R7, Marcílio Moraes, fala da trama e da narrativa de Ribeirão do Tempo e da dificuldade de conquistar o público às 22h e na Record.
O autor Marcílio Moraes (Foto: Michel Ângelo)
O autor Marcílio Moraes (Foto: Michel Ângelo)
R7 - A  audiência (dez pontos de média na Grande São Paulo) até agora decepcionou ou era esperada?
Marcilio Moraes - Minha expectativa não era alta no começo, não. Sinceramente, eu achava que não era uma novela para estourar logo nos primeiros capítulos. Eu conduzi a história de uma maneira suave, leve. Foi uma estratégia minha. Claro que eu contava que [a audiência] fosse um pouco mais alta. Foi um pouco mais baixo do que supunha, mas não muito.
R7 - Por que essa estratégia?
Moraes - Porque é uma história complicada. Eu achei que tinha de começar devagar. Mesmo porque não estava achando outro jeito de ir colocando a vida da cidade, construindo os pressupostos daquilo que vem adiante, apresentar os personagens, sem grandes conflitos, sem conflitos acirrados de início. Então eu tinha uma ideia de que [a audiência ia evoluir] lentamente, que o telespectador iria aderir lentamente, ou mais lentamente. É difícil prever.
Na Record é muito mais difícil. Cada novela tem que batalhar o seu espaço, entendeu? Não tem jogo.
R7 - Não tem tanta audiência estática...
Moraes - Não tem aquela fidelização que a Globo conseguiu ao longo de 40 anos. Na Record, cada nova novela tem que matar o leão.
É um horário difícil o das 22h. O público é muito errático. Até você conquistar, segurar o público, leva algum tempo. Errático no sentido de que ele não está fidelizado com muita coisa. A Grande Família tem um público fiel, mas o resto [dos programas] não tem, não. O futebol, se o jogo é bom, tem jeito, se não, é fraco. Casseta & Planeta é uma coisa específica, tem um pessoal que gosta, outro que não gosta. O filme [daTela Quente] que agrada muito é bom. Isso na Globo. Na Record também, para colocar uma novela ali você tem que conquistar o seu espaço.
Então me preocupei em contar minha história sem criar grandes artifícios para segurar o público. Eu achei que não ia valer muito a pena.
R7 - E quando a novela vai esquentar? Ou ela está esquentando agora?
Moraes - Ela está esquentando. Porque aquele negócio de colocar junto com a Bela causou um retardo grande.
R7 - Ela está uns sete capítulos atrasada, é isso?
Moraes - Pois é, e isso em um total de 20, 22 [capítulos] dá uns 30%. O ritmo fica defasado em 30%. Isso faz diferença, porque o espectador pensa: cadê a história?
R7 - E cadê a história?
Moraes - Ainda não veio, né? Era para vir devagar, mas uma hora tem que vir. Já era para ter vindo. Acho que ela começa mesmo aí com o assassinato do senador. Agora mesmo que ela vai esquentar.
R7 - Quando o senador morre?
Moraes
 - Na quarta-feira.
R7 - Por falar em assassinato, o Flores é do mal?
Moraes - Aí é que está a questão. Se é que a novela inova em alguma coisa, ela vai por aí, porque o Flores vai se revelar. A novela sempre acaba no maniqueísmo, não há como escapar disso ao longo da novela. O grande exercício do autor é ver até onde ele consegue levar uma ambiguidade dos personagens. Mas chega um momento em que entra o maniqueísmo.
O Flores é do mal, mas toda a postura dele é a de um cara idealista. Vou explorar exatamente isso: ele é um vilão, mas um vilão que vai ter um discurso não sei se politicamente correto, mas politizado, utópico. O que ele tem é uma utopia alucinada na cabeça. Os motivos dele não são mesquinhos, ele não quer botar a mão num bom dinheiro, matar o herdeiro para ficar com a fortuna. Ele tem uma utopia revolucionária. É um alucinado, um psicopata, mas desse calibre, não do calibre pequeno.
Nicolau (Heitor Martinez) atira em Heleninha (Adriana Prado) e no próprio pai, o senador Érico (Henrique Martins), em cena que vai ao ar nesta quarta (Foto: Michel Ângelo/TV Record)
R7 - Na verdade, ele está manipulando o Nicolau com fins políticos, não é?
Moraes - Sim, com fins políticos. Há uma aliança alucinada. Um pouco do barato da novela vai ser esse jogo [de ambiguidade]. Mas vai ficar claro que ele é do mal. Eu acredito que isso aí, quando você entra com o vilão, você segura o espectador, o vilão acirra sentimentos. O resto da história também está amadurecendo.
R7 - Você me disse uma vez que Ribeirão do Tempo é uma novela sobre uma grande conspiração política...
Moraes - É essa a conspiração. O grande conspirador é o Flores. Foi isso que eu tentei esconder o máximo que pude, porque aquele que aparece no início como um herói, uma vítima da ditadura, que teve a mulher assassinada, ele é o vilão. A minha ironia, o meu jogo irônico é esse. Ele faz uma conspiração, ele vai armar esse negócio todo.
R7 - E onde isso vai chegar? Pode contar?
Moraes - (risos) Eu tenho algumas coisas na cabeça, mas há muitos caminhos abertos, para onde posso ir deixando acontecer, um pouco para sentir até onde vai, entendeu? Como é uma ficção política, posso ir para qualquer lugar. No final ele pode ser eleito presidente da República. É uma ficção política, então não tenho compromisso. Eu trabalhei um pouco uma linguagem não compromissada com o naturalismo. Não é bem naturalista a novela. Mas também não é totalmente não naturalista porque a novela exige algum naturalismo. Mas foge do naturalismo.
R7 - Você já deu dicas desse não naturlismo logo no primeiro capítulo, com o velho do rio, a menina que se veste de menino...
Moraes - É, tem umas figuras bem ficcionais. São dicas de que não estou tão compromissado com o naturalismo, que posso abrir, posso viajar um pouco.
Isso tudo eu acho que prejudica a questão da audiência. Prejudica não, exige uma audiência mais atenta, por isso a adesão é mais lenta, por causa da ironia. Mas eu trabalho com todos os elementos do folhetim para segurar o telespectador, mas não estão tão óbvios, pelo menos neste início, tem muitas nuances.
R7 - Esse jogo de "engana", o Flores parece vítima mas não é,  não é perigoso?
Moraes - Pois é, eu escondi muitas cartas, o que é perigoso. O telespectador não vê a carta e vai embora. Mas, enfim, era necessário para criar o clima.
R7 - Por que você fez opção? Por causa do horário mais tardio dos primeiros capítulos, devido ao final de Bela ou foi uma opção de narrativa?
Moraes - Foi uma opção de narrativa mesmo. A forma como a história foi aparecendo na minha cabeça foi essa. Se eu começasse com artifícios, iria me perder. Se adiantasse muito as ações, iria ficar mais difícil para o espectador perceber todo o jogo. Mas na verdade minhas novelas sempre começam devagar.
R7 - As novelas da Record levam mais tempo para se apresentar?
Moraes - Foi o que eu disse no início. Na Record, leva tempo. Vidas Opostas, por exemplo, foi um sucesso, mas padeceu uns dois meses, até que um dia bateu a Globo e aí explodiu. Essas Mulheres também teve um começo difícil. Outras novelas também, como Mutantes. Cada novela tem que chegar e conquistar o seu público.
R7 - Depois do assassinato do senador haverá uma série de crimes?
Moraes - Vai ter assassinatos, mas não imediatamente, porque vai acontecer muita coisa, o jogo da vida da cidade, o jogo político, as ironias, os amores.
R7 - Tem um serial killer na novela, não?
Moraes - Tem o grande vilão, que é o Flores, além do Nicolau.
R7 - Mas o Flores matou a própria mulher, Dirce?
Moraes - Não, a morte da Dirce é outro segredo. Mas não tem um serial killer, alguém matando. O motivo dos crimes é político. Essa é a trama.
R7 - Mas teremos outros crimes?
Moraes
 - Teremos. Crime é sempre bom, né?

Matéria do Daniel Castro

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Record segue com estúdios vazios no Rio


Após uma grande festa de inauguração, na qual participaram o presidente Lula, o governador Sérgio Cabral, a ministra Dilma Roussef, e outras autoridades e personalidades, o RecNov, complexo da Record no Rio, segue com alguns estúdios vazios.
Atualmente, a estrutura trabalha com apenas 20% da capacidade que comportaria, o que representam apenas dois estúdios – dentre dez que estão prontos há cerca de um ano. Os dois estúdios estão sendo usados pela produção de “Ribeirão do Tempo”.
O RecNov foi alvo de grandes investimentos por parte da Record, que buscava uma forma de agilizar a produção de sua dramaturgia. O planejamento inicial previa que o complexo fosse utilizado por, pelo menos, três novelas – sendo duas em produção, e a terceira em pré-produção, e uma minissérie ou série.
As próximas produções da emissora, “A História de Davi” e “Sansão e Dalila”, minisséries religiosas, serão produzidas a toque de caixa. Dessa forma, apenas com “Rebelde”, que estreia em novembro, o RecNov poderá ter 50% de sua capacidade em uso.
Com informações da coluna Zapping.
NaTelinha

Record busca cantores de 18 anos para versão brasileira de ‘Rebelde’


A Record busca jovens de 18 anos, bonitos, com aparência de 15 a 17, para serem protagonistas da versão brasileira de Rebelde, prevista para estrear em novembro, de acordo com a coluna Sem Intervalo, do jornal O Estado de S.Paulo.
Segundo a publicação, a emissora não fará um concurso no estilo reality show para definir o elenco devido à falta de tempo. A autora da trama, Margareth Boury e o diretor Ivan Zettel estão no México para colher mais informações com Televisa. Rebelde, que além dos cantores contará com atores renomados, começa a ser gravada em agosto.
Fonte:RD1

Edwin Luisi é escalado para a novela “Rebelde”, da Record


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Recém-contratado pela emissora Record, Edwin Luisi já festeja seu próximo trabalho. O ator contou a O Fuxico que viverá um viúvo na novela Rebelde, reprodução da novela mexicana RBD.
“Fui contratado há um mês pela Record e já vou fazer a novela Rebelde, de Margareth Boury. Serei um viúvo chamado Genaro, bastante paquerado pelas senhoras da cidade e o Genaro também é um metrossexual. A autora já criou esse personagem inspirada em mim. Na vida real, eu gosto de me cuidar, me vestir bem e ela já conhecia esse meu jeitão vaidoso”, comentou Edwin.
Não é só na novela que o ator será paquerado. Na vida real Edwin costuma receber muitas cantadas de mulheres.
“Eu gosto de ser paquerado. De vez em quando, eu vejo umas mulheres me examinando de cima para baixo. Outras já são menos discretas e soltam umas cantadas na minha cara”, brincou.
Fonte: O Fuxico